Dicas rápidas para manter a pele saudável e prevenir rugas

A genética, o uso de protetor solar, tabagismo e a alimentação interferem na saúde da pele. Ao fazer pequenas modificações alimentares, é possível prevenir rugas, espinhas e flacidez.

 

São indicados alguns alimentos que ajudam a manter a pele saudável, confira:

– Consumir proteínas, como carnes vermelhas e brancas, clara de ovo e gelatina;

– Ingerir frutas ricas em Vitamina C, como Laranja, Limão, Goiaba e Abacaxi;

– Abusar de antioxidantes, como as Frutas Vermelhas (gojiberry, amora, cereja e mirtilo);

– Evitar consumir muita gordura e açúcar;

– Beber 2 litros de água por dia.

Manter os hábitos alimentares saudáveis, usar protetor solar e fazer uma boa higiene são essenciais para manter a pele bonita.

 

Fonte: Blog da Saúde

 

Imagem: Bigtsock byevgenyatamanenko

Você sabe o que é Intradermoterapia?

A intradermoterapia consiste na aplicação de medicamentos na pele ou subcutâneo. Técnica de origem francesa, tem como intuito proporcionar uma alta concentração do fármaco (remédio) no local de ação, com poucos efeitos colaterais, visto que a absorção e concentração deste no sangue é muito menor do que se fosse dado por via oral.

Vários são os medicamentos disponíveis para o tratamento, ficando o médico responsável pela escolha da mescla (mistura dos fármacos), dependendo do objetivo do tratamento.

Indicação: gordura localizada, flacidez,celulite.

O que é: introdução de produtos ativos específicos pela pele.

Como funciona: A introdução dos produtos com princípios comprovados. Estes agem aumentando a permeabilidade celular e promovendo a vasodilatação que favorece a chegada do material.

Número Sessões indicadas: Minimo de Dez.

Resultado: Varia de acordo com cada caso e objetivo, sendo um tratamento localizado.

Intradermoterapia Intra-muscular,  intra-dérmica, obesidade e perda de medidas

Indicações: Celulite e gordura localizada

O que é: Trata-se da introdução de medicamentos na derme (camada profunda da Pele) através de agulha apropriada, com quatro ou seis milímetros de comprimento.

Como Funciona: Os medicamentos de ação lipolitica reduzem a gordura localizada, melhorando a circulação e, consequentemente, a celulite.

Numero sessões indicadas: No mínimo, 10.

Resultado: Diminuição de gordura localizada e celulite.

Importante no tratamento da celulite, pois melhora o intercambio tissular. Com propriedades venotônicas, vasculoprotetoras e linfocinética. A aplicação é feita nos pontos onde está a gordura localizada.

Fonte: Estética Brasil

Asma em bebês pode ser evitada com medidas simples

Para cuidar do bebê com asma é importante evitar os alergênios, como poeira, pólen, pêlo de animais ou bolor, pois facilitam o surgimento dos sintomas de asma que incluem tosse seca, chiado ou respiração rápida, por exemplo.

Além disso, o pediatra também pode recomendar fazer nebulizações com remédios corticóides, 1 vez por dia, para evitar o surgimento de crises de asma e fazer a vacina da gripe todos os anos, antes do início do inverno.

Geralmente, a asma não tem cura, mas ao longo do tempo o bebê pode apresentar cada vez menos crises devido ao desenvolvimento e fortalecimento do sistema respiratório, por isso estes cuidados deverão ser seguidos diariamente, por toda vida.

 Quando desconfiar, se o bebê tem asma?

Os pais podem desconfiar que o bebê sofre com asma quando um dos pais é asmático, se durante a gestação a mãe fumou ou esteve perto de fumantes e se a criança apresentar:

 – Chiado no peito ao respirar ou chorar;

– Choro frequente;

– Dificuldade para mamar.

 Neste caso, os pais devem levar a criança ao pediatra, e na consulta, devem falar quais são os sinais que o bebê apresenta, quando surgem e se existe história de asma na família, para ajudar o médico a chegar ao diagnóstico.

 Como deve ser o quarto do bebê com asma?

Os pais devem ter especial atenção ao preparar o quarto do bebê, uma vez que é nesse local que o bebê passa mais tempo durante o dia. Assim, os principais cuidados no quarto incluem:

 – Usar capas anti-alérgicas no colchão e almofadas da cama;

– Trocar os cobertores por edredões ou evitar usar cobertores com pêlo;

​- Trocar a roupa da cama todas as semanas e lavá-la em água a 130ºC;

– Colocar chão emborrachado lavável, como mostra a imagem 2, nos locais onde a criança brinca;

– Limpar o quarto com aspirador de pó e pano úmido, pelo menos, 2 a 3 vezes por semana;

– Limpar as pás dos ventiladores 1 vez por semana, evitando o acúmulo de poeira em cima do aparelho;

– Retirar tapetes, cortinas e carpetes do quarto da criança;

– Evitar a entrada de animais, como gato ou cão, dentro do quarto do bebê.

 Já no caso do bebê que apresenta sintomas de asma devido a alterações na temperatura, também é importante utilizar roupas adequadas à estação de ano para evitar mudanças bruscas de temperatura.

Além disso, os bonecos de pelúcia devem ser evitados, pois acumulam muita poeria. No entanto, caso existam brinquedos com pêlo é aconselhado mantê-los fechados em um armário e lavá-los, pelo menos, 1 vez por mês. Estes cuidados devem ser mantidos por toda a casa para garantir que as substâncias alérgicas, como poeria ou pêlo, não são transportadas para o local onde o bebê se encontra.

 O que fazer quando o bebê tem uma crise de asma?

O que se deve fazer na crise de asma do bebê é fazer as nebulizações com remédios broncodilatadores, como Salbutamol ou Albuterol, prescritas pelo pediatra. Para isso deve-se:

 – Colocar o número de gotas do remédio indicado pelo pediatra no copinho do nebulizador;

– Adicionar, no copinho do nebulizador, 5 a 10 ml de soro fisiológico;

– Posicionar a máscara corretamente no rosto do bebê ou colocar junto no nariz e boca;

  Ligar o nebulizador durante 10 minutos ou até que o remédio desapareça do copinho.

 As nebulizações podem ser feitas várias vezes durante o dia, de acordo com indicação do médico, até que os sintomas do bebê diminuam.

 Quando ir no médico

Os pais devem levar o bebê ao pronto-socorro quando:

 – Os sintomas de asma não diminuem após a nebulização;

– São necessárias mais nebulizações para controlar os sintomas, do que as indicadas pelo médico;

– O bebê apresenta dedos ou lábios arroxeados;

– O bebê está com dificuldade para respirar, ficando muito irritado.

 Além destas situações, os pais devem levar o bebê com asma a todas as consultas de rotina marcadas pelo pediatra para avaliar o seu desenvolvimento.

 Fonte: Bonde

 Imagem: Bigstock by Maaram

 

Alimentação e Ansiedade

Um dos grandes causadores de comilança são as dificuldades afetivas. Rompimentos, perdas, luto podem precipitar, em pessoas vulneráveis, alteração no comportamento alimentar, levando-as a comer demais ou até compulsivamente. O alimento, nesse contexto, seria um substituto do afeto perdido.

A explicação encontra eco na precoce associação emoção-comida. Ao bebê, quando chora, é oferecido o seio ou a mamadeira. Pode chorar por fome, por frio, calor, sono, por estar molhado, entre outras causas. De qualquer maneira, a solução a ele oferecida para aplacar o sentimento desagradável é a comida. A comida se torna “o primeiro antidepressivo e ansiolítico”, a primeira estratégia para lidar com sensações desagradáveis, com as primeiras frustrações.

Mais tarde, quando as frustrações afetivas ocorrerem, algumas pessoas, diante da impossibilidade de “anestesiar” o mal estar interno, poderão reativar o antigo e primitivo esquema.

O alimento não é só nutrição. Possui enorme simbologia social e afetiva. Significa também amor, afeto, carinho. É poderoso redutor de ansiedade em curtíssimo prazo. Mas… seus efeitos podem ser desastrosos para a saúde e a estética, se ingerido em excesso, o que habitualmente ocorre, quando visa suprir outra área que não a nutrição.

Ocorre ainda que rompimentos afetivos, separações, abandonos, perdas e luto são eventos entre os mais estressantes. São mudanças vitais em nossas vidas e para enfrentá-las todo o nosso corpo se altera. São fatores de stress poderosíssimos. Freqüentemente ocorre ansiedade e depressão.

Muitas pessoas, para alívio do stress e dos sentimentos negativos decorrentes, utilizam mecanismos inadequados, como comer demais, beber ou utilizar drogas, entre outros.

Entre outros efeitos nefastos, ocorre o aumento de peso. Está comprovado que o stress e a ansiedade podem provocar a deposição de gordura na região abdominal.

Mantenha o equilíbrio emocional! E o corporal sera uma consequência positiva! Fique atento!

 

 

 Fonte: Mais Qualidade de Vida – por Adrielle Ferreira

 Imagem: Bigstock by Frantysek

Plantas que aliviam o estresse!

Infelizmente, o estresse e a ansiedade fazem parte do nosso dia a dia. A forma com que lidamos com eles é que faz diferença na nossa saúde e qualidade de vida. Na tentativa de equilibrar a balança, sabemos do valor de um estilo de vida saudável e uma mente positiva. Poder contar, ainda, com plantas que aliviam o estresse é um recurso de ouro que a natureza nos oferece. O naturólogo Leandro Lucena nos traz algumas delas!

As plantas adaptógenas

Têm a capacidade de aumentar a resistência do organismo ao estresse físico e emocional, cansaço, depressão e algumas doenças. Algumas se destacam no mundo todo por essa capacidade, como é o caso do ginseng coreano (Panax ginseng) e do ginseng siberiano (Eleutherococus senticosus). Segundo Leandro, aqui no Brasil temos excelentes opções, como o ginseng brasileiro ou fafia, catuaba, marapuama, guaraná, cacau, nó de cachorro e mate.

Ginseng brasileiro (Pfafia paniculata)

Tem vitamina A, B, C. D, E e F, ácidos pfáfico, flavonoides, fitohormônio e outros. Contribui para a saúde do sistema circulatório, cardíaco, imunológico e cerebral (concentração e memória). Potencializa a ação da insulina (hipoglicemiante) e tem ação adaptógena, antioxidante, cicatrizante, tônica e regeneradora celular.
É indicado para quadros de estresse, anemia, astenia, diabetes, e no tratamento de irregularidade circulatória. Deve ser tomado só pela manhã, é contra indicado para hipertensos e gestantes. Tem interação com medicamentos que contém sais de ferro. Especiarias que são verdadeiros remédios naturais

Açafrão da terra (Cúrcuma longa)

Da mesma família do gengibre, a cúrcuma longa, também conhecida como açafrão da terra, faz parte do curry indiano e chinês, sendo uma planta medicinal também utilizada como tempero na culinária. Tem óleo essencial, saponinas, caroteno e curcuminoides. Segundo Leandro, a cúrcuma faz de tudo um pouco, sendo um dos alimentos funcionais mais pesquisados na atualidade. Tem ação antibiótica, antiviral, antioxidante, anti-inflamatória, hepatoprotetora, imunoestimulante, antimucótica, entre outras.

Feno grego (Trigonella foenum-graecum)

Também pode ser utilizado na culinária como tempero. Tem saponinas, fitoesteróides, flavonóides, cumarinas, ácidos graxos, sais minerais dentre outros. Tem ação antioxidante, anti-inflamatória, diurética, hipoglicemiante, repositor hormonal, imunoestimulante, laxativa suave, entre outras. Tanto a cúrcuma quanto o feno grego podem ser incluídos como tempero na alimentação, sem maiores preocupações, o consumo ajudará a enfrentar o estresse. Já o uso como fitoterápico, em doses concentradas, deve ser feito com orientação médica/terapêutica, já que ambos apresentam restrições e interação medicamentosa. O naturólogo Leandro Lucena recomenda o uso dos fitoterápicos pelo período de 1 mês com intervalo de, no mínimo, 1 semana, lembrando que esse é um procedimento que ele adota em relação a todos, independente do grau de segurança. Isso faz com que não se sobrecarregue o organismo com estímulos, tendo efeitos indesejáveis.

Acesse nosso site e confira essas e outras informações que contribuem para o cuidado com a sua saúde e conheça também nosso trabalho!
Fonte e imagem: Lar Natural

Conheça 5 razões para usar a homeopatia nas crianças!

1- É um remédio seguro

É importante que os remédios que administremos aos nossos filhos não apresentem efeitos potencialmente adversos. Os medicamentos homeopáticos são preparados a base de ervas, alguns minerais e uma dose baixa de substâncias do reino animal.

São remédios que não afetam a digestão, não baixam as defesas, não produzem alergias, e em geral, não causam dano algum às crianças, ainda que os utilizemos por um tempo prolongado.

2- Efetivo e rápido

Os homeopatas observam que a medicina homeopática responde muito rapidamente aos tratamentos. É uma medicina efetiva para praticamente todos os tipos de afecções frequentes, como a febre, resfriado, tosse, diarréia, entre outras.

3- Natural e com base científica

A homeopatia está baseada no princípio natural de cura “o similar cura o similar”. A efetividade da homeopatia pode ser provada cientificamente, graças à sua utilização em mais de 200 anos.

4- Fortalecem as defesas das crianças

As infecções infantis aparecem muitas vezes devido às baixas defesas das crianças. Os tratamentos homeopáticos atuam a um nível profundo, na raiz da enfermidade, levando a um aumento das defesas das crianças. Devido a homeopatia melhorar a resistência das crianças, essas deixam de estar doentes com tanta frequência.

5- É um remédio amigável para as crianças

O sabor dos glóbulos homeopáticos é doce, o que os torna mais agradáveis e melhor aceitos pelas crianças. Sua absorção é rápida e instantânea. Dissolve-se rapidamente em água, no leite ou em sucos. Portanto, são remédios que não causam náuseas nem dores no estômago. Parecem-se mais a um pequeno torrão de açúcar.

 

Seguindo as orientações médicas, a homeopatia pode ser uma grande aliada no desenvolvimento de uma infância saudável e resistente às doenças.

 

Fonte: Guia Infantil

Imagem: Bigstock by Shock

Alimentos que melhoram a imunidade!

Alguns alimentos do nosso dia a dia têm componentes que ajudam o sistema de defesa do organismo, tornando-o mais forte e resistente a ataques.

Alho

Incluir o alho nas preparações do cardápio é uma ótima forma de potencializar as defesas do corpo e se prevenir de gripes e resfriados no inverno. Tudo isso porque o alimento possui duas substâncias importantes às defesas do organismo: a arginina, nutriente usado pelo organismo no fornecimento de energia do sistema imune e a alicina, composto ativo com ação antiviral, antifúngica e bactericida.

Mel

O mel é tradicionalmente aplicado como tratamento auxiliar em casos de problemas pulmonares e de garganta, bem como gripe e resfriados, devido a sua ação bactericida e antisséptica. Além disso, o alimento é uma importante fonte de energia ao corpo e potencial substituto para o açúcar refinado. O mel pode ser adicionado à bebidas quentes como chás, frutas assadas ou cozidas e mingau.

Hortelã

É normalmente utilizada na forma de chás que aquecem o corpo e ajuda no tratamento caseiro de gripes, resfriados e dores de garganta, tudo isso por conta de suas propriedades analgésica, antiviral e antibacteriana. Mas não é preciso ficar no tradicional chazinho para aproveitar seus benefícios, a erva permite adicionar sabor a molhos, sucos, saladas, massas, peixes, caldos, doces e sobremesas.

Oleaginosas

Castanhas, amêndoas e nozes são fontes de vitaminas e minerais como selênio que auxiliam na formação das células de defesa do organismo. Esses alimentos possuem também boas quantidades de gorduras boas como o ômega-3, um tipo de gordura que contribui para o processo anti-inflamatório.

Probióticos

Iogurtes e leites fermentados, além de apresentarem elevado teor de proteínas, nutrientes que participam da formação das células de defesa do organismo, são também alimentos que fornecem ao corpo bactérias benéficas, como as lactobacillus. Esses micro-organismos se instalam no intestino impedindo a invasão de outras bactérias causadoras de doenças, bem como produzem substâncias de ação antiviral.

Frutas cítricas

Laranja, limão, morango, acerola, abacaxi, maracujá são fontes de vitamina C, um nutriente essencial para o sistema imunológico que estimula a produção das células de defesa e que contribui para o processo de cicatrização. O morango, por exemplo, apesar de pequeno possui altas quantidades da vitamina e também de potássio, no entanto, a maior concentração de vitamina C está presente na acerola que chega a apresentar cerca de 40 vezes o teor de vitamina C da laranja.

Gengibre

O gengibre é rico em gengirol, um potente antioxidante de ação expectorante que age estimulando o sistema imunológico. Além de sua característica anestésica e anti-inflamatória, alguns estudos tem apontado o gengibre como aliado na diminuição de náuseas e enjoos. Vale lembrar que ao escolher o gengibre, o ideal é dar preferência pelos de casca lisa e clara, pois estão mais frescos.

Fonte: Dieta e Saúde por Ana Carolina Icó (nutricionista)

Imagem: BigStock-by: egal

O que comer se sou celíaco?

A doença celíaca afeta o sistema digestivo e consiste na intolerância à proteína denominada glúten. Desta forma, quando a pessoa celíaca ingere alimentos que contêm esta substância, seu sistema de imunidade entra em alerta e reage eliminando de forma progressiva as vilosidades encontradas no intestino delgado, as quais cumprem a função de absorver os nutrientes, minerais e vitaminas dos alimentos. Por conseguinte, ocorre uma inflamação e o organismo não é capaz de absorver e digerir essa proteína, originando dor na zona do abdômen e diarreia, entre outros sintomas. Por isso, a primeira coisa que você deve fazer é modificar a sua dieta. Mas como? Se esse é o seu caso e você não sabe o que comer se for celíaco, confira nossas dicas.

A importância das etiquetas

Aprenda primeiro a ler as etiquetas dos alimentos. Tenha em conta que existem muitos produtos que contêm, em maior ou menor grau, glúten e, portanto, saiba identificá-lo para não os comprar. Assim, é importante que não se guie apenas pelos ingredientes desse determinado produto por uma razão lógica. Você conhece todos os ingredientes para saber se realmente têm glúten? Provavelmente não.

Neste sentido, o que deverá olhar são as marcas que aparecem na embalagem ou na etiqueta. Em geral, aqueles alimentos que são livres de glúten ou que contêm uma quantidade adequada para os celíacos costumam ter um símbolo de identificação que pode ser “Sem glúten”, “Gluten free”, ou o símbolo do trigo tachado. Por outro lado, podemos encontrar os símbolos das diferentes marcas e associações que garantem que esse alimento não contém a proteína glúten. As mais conhecidas são a Gluten-Free Certification Organization (GFO) e a Allergen Free Internacional (AFI).

O que comer se sou celíaco?

Verificar as etiquetas é importante, mas nem sempre se especifica se esse produto tem ou não glúten. Então, que alimentos não contêm glúten? Os produtos que você pode comer sem problema se for celíaco são:

  • Frutas, verduras, tubérculos e hortaliças frescas.
  • As frutas em calda também são adequadas.
  • Peixes e mariscos frescos, congelados, ao natural, em azeite ou em conserva, mas sem empanar.
  • Carnes e vísceras congeladas, frescas ou em conserva.
  • Embutidos sem glúten: presunto serrano, presunto cozido de qualidade, carne seca.
  • Leite e seus derivados (iogurtes naturais, queijos, creme de leite, etc.)
  • Ovos.
  • Arroz, milho, quinoa, trigo sarraceno, linho, soja, nozes e tapioca.
  • Legumes.
  • Azeite e manteiga sem fibras.
  • Açúcar, mel, café em grão ou moído e sal.
  • Refrescos de limão, refresco e laranja, bebidas espumantes e tônicas.

Todos esses alimentos não têm glúten e, portanto, você pode ingeri-los sem problema. Ainda existem mais alguns que podem ser consultados em nosso artigo onde incluímos a lista completa de alimentos sem glúten.

O que NÃO comer se sou celíaco?

Agora que já conhece os produtos sem glúten, é fundamental que conheça todos aqueles que têm glúten. Aqui mostramos os produtos com maior quantidade desta proteína, os quais devem ser evitados:

  • Trigo e todos os seus derivados (espelta, escândea, trigo, kamut, amido de trigo, farelo de trigo, gérmen de trigo, proteína de trigo hidrolisada).
  • Farinha de trigo dura, farinha de trigo integral, farinha simples, farinha fosfatada, farinha com fermento, farinha de mandioca, farinha bromada, farinha enriquecida e semolina.
  • Cevada, centeio e malta.
  • Aveia (contém pouco glúten).
  • Cafés, infusões e chocolates de máquina.
  • Refrescos em pó, cerveja e baileys.
  • Massas de trigo.

Desta forma, todos os alimentos e pratos elaborados com estes ingredientes, como pão e outros produtos de confeitaria, massas, empanados, molhos ou bebidas fabricados a partir de cereais, não podem ser ingeridos.

Comer sem glúten

Ainda que possa parecer complicado, comer sem glúten hoje em dia é muito simples, porque a maioria dos supermercados oferece uma grande variedade de alimentos sem glúten, com preço acessível. Cada vez mais há embutidos, bebidas e produtos de confeitaria sem esta proteína para toda a família, não só para os celíacos. Quanto à preparação de comidas, jantares e outras receitas, é só ter um pouco de imaginação e lembrar os ingredientes nomeados nas seções anteriores.

Fonte: Sem Glúten e Sem Lactose. com

Imagem: Bigstock – By: Monkeybusinessimages

É importante cuidar dos pés?

Você tem o hábito de cuidar dos pés? Se a resposta for não, é melhor começar a ficar atento. Na correria do dia a dia, analisá-los antes ou depois de calçá-los pode fazer toda a diferença para o seu corpo. Cuidar da aparência, fazer as unhas, lixá-las e hidratar os membros é fundamental no combate a uma série de males ortopédicos e musculares. Para entrar com os dois pés firmes em 2015, o Estado de Minas ouviu especialistas e elaborou uma série de dicas para cuidar daquele que, para a medicina chinesa, é o “espelho do corpo”.

Os pés necessitam “respirar” e ter articulação correta, por isso, é essencial conhecê-los. Há três tipos de classificação (leia infográfico) – e o melhor calçado para cada atividade. A partir dessa noção básica, já se começam a evitar os males. Alongamentos e exercícios físicos para quem vive andando, correndo, praticando esporte e calçados mais apertados, como sapatos, também são fundamentais para permitir os movimentos naturais e fisiológicos. O fortalecimento é mais indicado, principalmente para quem tem os pés planos (ou chatos), que ficam em completo contato com o piso – principalmente a planta dos pés, que tende a enfraquecer e ficar rebaixada. “O alongamento é o que prepara os nossos pés para o dia a dia. Ele permite que a musculatura atue sem sobrecarga, mantendo a elasticidade e a distribuição uniforme de peso nos pés”, explica o médico ortopedista e especialista em pés do Hospital Felício Rocho, Daniel Baumfeld.

Sapatos

O especialista indica comprar calçados de preferência no fim do dia, momento em que os pés estão mais inchados. Não os testar nos tapetes almofadados, comuns nas lojas de calçados, também impede uma falsa impressão de conforto. Saltos altos, adorados pelas mulheres, exercem maior pressão na parte inferior dos dedos. “O salto ideal tem no máximo cinco centímetros, solado mais firme, palmilha confortável. Os dedos devem se movimentar livremente dentro do calçado. Sapatos como scarpin e com saltos muito finos devem ser guardados para ocasiões especiais”, indica Baumfeld.

A ideia básica, segundo o médico, é não proibir o uso de nenhum calçado, mas verificar qual é o momento ideal para cada um. “O que eu recomendo para as pacientes que querem ficar mais elegantes para um programa à noite, é levar o calçado que mais gostam na bolsa e usar um outro, confortável, durante o maior tempo do dia. Os saltos altos pioram as deformidades como os joanetes, aumentam o risco de desenvolvimento de dedos em garra e a calosidade nas plantas dos pés.”

No diagnóstico de potenciais males, a observação é o principal segredo. Por estarmos acostumados ao aspecto dos pés, não costumamos notá-los. Deformidades sutis, calosidades, inchaços que não existiam pela manhã ou no dia anterior, além de vermelhidões, devem ser examinados. A dor é outro sintoma importante. Após um dia extenuante ou uma atividade física, é normal ficarmos com os pés doloridos. “Mas a dor tem que desaparecer com repouso simples e não pode estar associada a deformidades e edemas”, ressalta Baumfeld.

A postura correta no trabalho pode facilitar todo esse processo. Para quem fica muito tempo em pé, deve-se sempre usar calçado protegido e confortável. Para aqueles que trabalham quase sempre sentados, longas horas sem alongar a musculatura dos membros inferiores pode levar ao encurtamento dos músculos da panturrilha, à fasceíte plantar e a doenças do tendão de aquiles. Dar uma volta pelo ambiente de trabalho, portanto, é o indicado.

A importância da higienização

Outro aspecto indispensável para a saúde dos pés e que quase sempre fica de lado é a higiene

A calosidade, geralmente é causada pela forma da pisada. Cada pessoa tem uma forma de distribuir o peso dos pés. Quando ela é regular, não há calosidade. Outros fatores são a obesidade, quando o pé tem uma carga maior de peso, e o uso de calçados inadequados.

Normalmente, a micose é causada pelo contato dos pés descalços com um fungo, em um clube ou um parque, por exemplo. O fungo se instala na unha e, com o tempo, prolifera com a ajuda do ambiente úmido, quente e fechado de um calçado. “Começam a aparecer manchas brancas, em outros casos pintas amarelas, e aí vai aumentando’’. O uso prolongado do esmalte é outra causa da micose. “Algumas mulheres só tiram (o esmalte) uma, duas semanas depois. Existe uma escova própria para a unha dos pés que elimina qualquer resíduo ali.”

No caso da unha encravada, o corte incorreto e nas extremidades das unhas leva à vermelhidão e, depois, à inflamação, abrindo espaço para uma infecção. “O ideal é nunca cortar as unhas a ponto de machucar ou ficar dolorido. Cortar a própria unha é um tanto arriscado, uma vez que a posição nunca é ideal”.

 

Fonte: Saúde Plena

Imagem: BigStock-by: Artisticco LLC

Como prevenir o câncer de pele?

Nesse verão os raios ultravioletas estão mais intensos, tome os devidos cuidados com a pele! Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos.

Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. Os grupos de maior risco são os do fototipo I e II, ou seja: pele clara, sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além destes, os que possuem antecedentes familiares com histórico da doença, queimaduras solares, incapacidade para bronzear e pintas também devem ter atenção e cuidados redobrados.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que as seguintes medidas de proteção sejam adotadas:

Usar chapéus, camisetas e protetores solares.

Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão).

Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.

Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo.  Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.

Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.

Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.

Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

Fotoproteção

A exposição à radiação ultravioleta (UV) tem efeito cumulativo e penetra profundamente na pele, sendo capaz de provocar diversas alterações, como o bronzeamento e o surgimento de pintas, sardas, manchas, rugas e outros problemas. A exposição solar em excesso também pode causar tumores benignos (não cancerosos) ou cancerosos, como o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco.  Ao sair ao ar livre procure ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10h e 16h, quando a radiação UVB é mais intensa.  Use sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) de 30 ou maior. Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção.

 

Sobre os protetores solares (fotoprotetores)

Os fotoprotetores, também conhecidos como protetores solares ou filtros solares, são produtos capazes de prevenir os males provocados pela exposição solar, como o câncer da pele, o envelhecimento precoce e a queimadura solar.

O fotoprotetor ideal deve ter amplo espectro, ou seja, ter boa absorção dos raios UVA e UVB, não ser irritante, ter certa resistência à água, e não manchar a roupa. Eles podem ser físicos ou inorgânicos e/ou químicos ou orgânicos. Os protetores físicos, à base de dióxido de titânio e óxido de zinco, se depositam na camada mais superficial da pele, refletindo as radiações incidentes. Eles não eram bem aceitos antigamente pelo fato de deixarem a pele com uma tonalidade esbranquiçada, mas Isso tem sido minimizado pela coloração de base de alguns produtos. Já os filtros químicos funcionam como uma espécie de “esponja” dos raios ultravioletas, transformando-os em calor.

Radiação UVA e UVB

Um fotoprotetor eficiente deve oferecer boa proteção contra a radiação UVA e UVB. A radiação UVA tem comprimento de onda mais longo e sua intensidade pouco varia ao longo do dia. Ela penetra profundamente na pele, e é a principal responsável pelo fotoenvelhecimento e pelo câncer da pele. Já a radiação UVB tem comprimento de onda mais curto e é mais intensa entre as 10h e 16h, sendo a principal responsável pelas queimaduras solares e pela vermelhidão na pele.

Um fotoprotetor com fator de proteção solar (FPS) 2 até 15 possui baixa proteção contra a radiação UVB;  o FPS 15-30 oferece média proteção contra UVB, enquanto os protetores com FPS 30-50, oferecem alta proteção UVB e o FPS maior que 50, altíssima proteção UVB. Pessoas de pele clara, que se queimam sempre e nunca se bronzeiam, geralmente aqueles com cabelos ruivos ou loiros e olhos claros, devem usar protetores solares com FPS 15, no mínimo.

Já em relação aos raios UVA, não há consenso quanto à metodologia do fator de proteção. Ele pode ser mensurado em estrelas, de 0 a 4, onde 0 é nenhuma proteção e 4 é altíssima proteção UVA, ou em números: < 2, não há proteção UVA; 2-4 baixa proteção; 4-8 média proteção, 8-12 alta proteção e > 12 altíssima proteção UVA.  Procure por esta classificação ou por valor de PPD nos rótulos dos produtos.

Como escolher um fotoprotetor?

Em primeiro lugar, devemos verificar o FPS, quanto é proteção quanto aos raios UVA, e tambémse o produto é resistente ou não a água. A nova legislação de filtros solares exige que tudo que o produto anunciar no rótulo, deve ter testes comprovando a eficácia.  Outra mudança é que o valor do PPD que mede a proteção UVA deve ser sempre no mínimo metade do valor do Filtro solar. Isso porque se sabe que os raios UVA também contribuem para o risco de câncer de pele.

O “veículo” do produto– gel, creme, loção, spray, bastão – também tem de ser considerado, pois isso ajuda na prevenção de acne e oleosidade comuns quando se usa produtos inadequados para cada tipo de pele. Pacientes com pele com tendência a acne devem optar por veículos livres de óleo ou gel creme. Já aqueles pacientes que fazem muita atividade física e que suam bastante, devem evitar os géis, pois saem facilmente.

Como aplicar o fotoprotetor?

O produto deve ser aplicado ainda em casa, e reaplicado ao longo do dia a cada 2 horas, se houver muita transpiração ou exposição solar prolongada. É necessária aplicar uma boa quantidade do produto, equivalente a uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo, uniformemente, de modo a não deixar nenhuma área desprotegida. O filtro solar deve ser usado todos os dias, mesmo quando o tempo estiver frio ou nublado, pois a radiação UV atravessa as nuvens.

É importante lembrar que usar apenas filtro solar não basta. É preciso complementar as estratégias de fotoproteção com outros mecanismos, como roupas, chapéus e óculos apropriados. Também é importante consultar um dermatologista regularmente para uma avaliação cuidadosa da pele, com a indicação do produto mais adequado.

 

Bronzeamento artificial e saúde

Uma Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicada em dezembro de 2009 proibiu a prática de bronzeamento artificial por motivações estéticas no Brasil. Foi o primeiro país no mundo a tomar medidas tão restritivas em relação ao procedimento. Desde então, outras nações com incidência elevada de câncer da pele, como Estados Unidos e Austrália, também tomaram medidas para dificultar a realização do procedimento.

As câmaras de bronzeamento artificial trazem riscos comprovados à saúde, e em 2009 foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), no mesmo patamar do cigarro e do sol.   A prática de bronzeamento artificial antes dos 35 anos aumenta em 75% o risco de câncer da pele, além de acelerar o envelhecimento precoce e provocar outras dermatoses.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia posiciona-se veementemente favorável à proibição da prática do bronzeamento artificial para fins estéticos em virtude dos prejuízos que causa à população. O câncer da pele é o tipo mais comum no Brasil, e a prevalência cresce anualmente, o que só reforça a necessidade de apoiarmos todas as medidas que favoreçam a prevenção.

Se você tem interesse em fazer bronzeamento artificial, não esqueça: qualquer estabelecimento no Brasil que ofereça esse procedimento com motivações estéticas atua de forma irregular e está sujeito a fechamento e outras penalidades. Não compactue com uma prática proibida, que pode comprometer seriamente a saúde. Aceite o tom da sua pele como ele é. Pele bonita é pele saudável

Fonte: Têrapeutica

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